Geografia 6º ano



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. Acesso em: 21 abr. 2015.

Fig. 2 (p. 271)

MARIO YOSHIDA

Brasil: redes de transporte

Rio Negro

Rio Japurá

Rio Araguaia

Rio Tocantins Rio das Mortes

Rio Grande

Rio Uruguai

Rio Paraná

Rio Paraíba do Sul

Rio Tietê

Rio Paranaíba

Rio Paraguai

Rio Cuiabá

Rio São Francisco

Rio Balsas

Rio Parnaíba

Rio Tapajós

Rio Jari


Rio Xingu

Rio Mamoré

Rio Guaporé

Rio Madeira

Rio Purus

Rio Acre


Rio Juruá

Rio Javari

Rio Içá

Rio Solimões



Rio Branco

Rio Amazonas

Rio Paraná

Rio Branco; Porto Velho; Manaus; Boa Vista; Macapá; Belém; Porto Alegre; Florianópolis; Curitiba; Cuiabá; Goiânia; Campo Grande; BRASÍLIA; São Paulo; Rio de Janeiro; Vitória; ASSUNÇÃO; BUENOS AIRES; MONTEVIDÉU; Salvador; Palmas; Aracaju; Maceió; Recife; João Pessoa; São Luís; Natal; Fortaleza; Teresina; Belo Horizonte

AM; PA; MA; PI; CE; RN; PB; PE; SE; AL; BA; MG; ES; RJ; SP; PR; SC; RS; TO; GO; DF; AP; RR; AC; RO; MT; MS
0 420 km

Trópico de Capricórnio

Equador 0º

OCEANO ATLÂNTICO

OCEANO PACÍFICO

50° O


50.000 a 72.713

10.000 a 49.999

5.000 a 9.999

até 4.999

Internacional

Doméstico



Aeroportos

Portos

Terminais hidroviários

Estradas pavimentadas

Estradas em pavimentação

Estradas sem pavimentação

Hidrovias

Ferrovias

Fonte: INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Atlas escolar. Disponível em: . Acesso em: 21 abr. 2015.

De acordo com os seus conhecimentos, podemos estabelecer uma relação entre as áreas de concentração industrial e as redes de transporte no Brasil? Justifique sua resposta.

8. Os investimentos em redes de transporte no Brasil foram fruto de um projeto de integração nacional de desenvolvimento, alavancado pela instalação das indústrias, sobretudo automobilísticas, na região Sudeste, que até os dias de hoje apresenta alta concentração industrial e a mais complexa malha rodoviária.

Referência para o(a) professor(a)

Rotas de Integração Nacional – Compreenda

Em busca da concretização dos objetivos da Política Nacional de Desenvolvimento Regional, o Ministério da Integração Nacional - MI desenvolveu o projeto Rotas de Integração Nacional – ROTAS.

As Rotas de Integração Nacional são redes de Arranjos Produtivos Locais – APLs – territorialmente e setorialmente interligados que promovem a inovação, a diferenciação, a competitividade e a lucratividade dos empreendimentos associados, mediante a sinergia e a ação convergente das agências de fomento.

O objetivo é promover a inclusão produtiva e a integração econômica das regiões menos desenvolvidas do país aos mercados nacionais e internacionais de produção, consumo e investimento.

A iniciativa do ROTAS busca criar consistência e complexidade nos APLs identificados, por meio da aproximação e do envolvimento dos atores relevantes de modo a equacionar os gargalos da cadeia produtiva priorizada, seja no subsistema Insumos, Produção, Processamento ou Comercialização. [...] Também podem ser apoiadas questões transversais, associadas à dotação de infraestrutura (energia, transportes e telecomunicações), mecanismos de financiamento (fundos regionais e incentivos fiscais) e fortalecimento do capital social (associativismo e cooperativismo). [...]”

Fonte: BRASIL. Ministério da Integração Nacional. Disponível em: . Acesso em: 10 abr. 2015.



Referência para os alunos

• Infográfico mostra o processo da construção de Brasília até 2009. Disponível em: . Acesso em: 9 abr. 2015.

• Reportagem que mostra informações sobre o planejamento da ocupação na Ilha de Manhattan, onde se localiza Nova York, destacando inclusive pontos negativos, como os fortes impactos ao meio ambiente, por exemplo, a destruição de morros e formações vegetais. Disponível em: . Acesso em: 9 abr. 2015.

Página 272

E Ética

Leitura

O processo de extermínio indígena

Já pensou no quão inadequada é a expressão “descobrimento do Brasil”? Embora seja de uso muito comum, ela mostra uma visão eurocêntrica da história. Só há descoberta do Brasil por parte dos europeus, uma vez que os habitantes nativos sabiam muito bem onde estavam. Falar em Brasil também soa estranho para muitos povos, pois nosso território agrupa milhares de etnias, línguas e culturas em um conjunto que hoje reconhecemos como um país, mas que naquela época sequer se imaginava: era tão diverso quanto o continente europeu. Por fim, a palavra “índio”, usada para designar todos os povos do gigantesco continente americano, é fruto de um erro dos europeus, os quais acreditavam que estavam na Índia. Com base em uma simples análise das palavras e dos conceitos que usamos, podemos montar um cenário mais completo da formação territorial do que hoje chamamos de Brasil. Poderíamos analisar também outras, como Velho Mundo e Novo Mundo, por exemplo.

Vamos pensar na expressão “conquista do Brasil”, que enfatiza o caráter de guerra da ação portuguesa, e principalmente seu resultado, a morte de milhões de nativos residentes aqui há várias gerações. Pense na diversidade de paisagens que vimos no início deste capítulo (páginas 262 e 263), e agora imagine que cada uma continha uma população diferente, com sua língua, costumes, conhecimento sobre a natureza local (ervas medicinais, rios, áreas para plantar e caçar, lugares a serem evitados etc.), lendas, cultura, artesanato etc. Toda essa diversidade, conhecimento e riqueza cultural foram praticamente exterminados com a chegada do europeu.

O número de mortes foi tão grande que podemos falar em genocídio, ou seja, matança em grande escala dos habitantes nativos. Não só no Brasil, mas em todo o nosso continente. Grandes civilizações, como os incas e os astecas, foram dizimadas. Ao contrário do senso comum, a causa principal das mortes não foi uma suposta inferioridade tecnológica dos nativos diante dos “avançados” europeus, embora esse seja um fator a considerar. A maioria das mortes vinha das doenças trazidas com os europeus. Isoladas no continente americano, as populações daqui não tinham anticorpos para doenças simples como uma gripe, tão comum nos outros continentes. A maior parte dos habitantes morreu nos primeiros setenta anos após o contato, quando os portugueses pouco haviam adentrado o continente. A América não teria sido tão facilmente conquistada sem o auxílio de vírus e bactérias trazidos pelos invasores. Somam-se a isso, claro, a perseguição e a escravidão a que foram submetidos os nativos, os conflitos armados entre estes e os europeus e as guerras entre os próprios conquistadores.



Em sala de aula

Pesquise previamente reportagens recentes sobre problemas relacionados aos indígenas no estado ou região onde vivem e forneça aos alunos. Se julgar pertinente, leve-os ao laboratório de informática e conduza uma pesquisa sobre os fatos mais recentes. É possível também solicitar que realizem essa pesquisa em casa, antes da aula. Indique sites de instituições que apoiam os índios, como o ISA (


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