Queda e salvaçÃO



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QUEDA E SALVAÇÃO




Autor: PIETRO UBALDI

ÍNDICE



Prefácio
INTRODUÇÃO: O PROBLEMA DO CONHECIMENTO
I - ESQUEMA GRÁFICO: INVOLUÇÃO-EVOLUÇÃO
Esquema gráfico do processo involutivo-evolutivo


II - A SABEDORIA DA LEI

Como a Lei de Deus constrange o ser a atingir a Salvação,

respeitando a sua liberdade. O problema do aniquilamento dos

espíritos rebeldes
III - A ÉTICA UNIVERSAL

Conseqüências práticas: uma ética positiva universal, dentro

de cujas normas intransponíveis o ser rebelde está canalizado

para a sua salvação
IV - NEGATIVIDADE E POSITIVIDADE

O significado da Lei. Os diversos pontos de referência.

Emborcamentos humanos e retificação pela dor
V – PRINCÍPIOS DE UMA NOVA ÉTICA
VI - O ERRO E SUA CORREÇÃO

O fenômeno erro-dor e a autopunição do rebelde. O peso

do imponderável
VII - MECANISMO DA CORREÇÃO DO ERRO

Técnica da correção do erro pela dor. Significado do esquema

gráfico. Cálculo e fórmulas do afastamento em sentido

evolutivo ou involutivo, até o caso limite

VIII – EVOLUÍDO E INVOLUÍDO
IX - DETERMINISMO DA LEI
O problema da felicidade e das ilusões humanas. A mecânica

da evolução e os campos de forças + e -. O determinismo

da Lei e a Liberdade do ser. As causas do fenômeno da evolução
X - DINÂMICA DO PROCESSO EVOLUTIVO

A dinâmica do processo evolutivo e as transformações que

ele opera. O ser luta e com a dor paga. Deus aproxima-se, o

atrai e o ajuda para que ele se redima. A posição do nível zero,

ponto inicial da evolução. cálculo do valor quantitativo e qualitativo

das forças em ação na dinâmica do processo evolutivo
XI - IMPULSOS DA EVOLUÇÃO

Análise do desenvolvimento do processo evolutivo na expressão

gráfica da figura e nos seus diferentes graus, seja como

representação linear, seja por superfície de campos de forças. Destruição

do triângulo da negatividade (AS) e, continuação do triângulo

da positividade (S), numa universal redenção cósmica
XII - O FENÔMENO QUEDA-SALVAÇAO

A obediência à Lei através dos instintos fundamentais da

fome, sexo e desejo de crescimento. A conservação do indivíduo

e da raça para evoluir. A lição aprendida pela dor, O ciclo:

felicidade (S); revolta, queda, ignorância, erro, dor (AS) ; experiência,

conhecimento, subida, obediência, felicidade, (S). O significado

do fenômeno queda-salvação
XIII - UMA ÉTICA PROGRESSIVA

A ética progressiva e os três degraus evolutivos A2, A3, A4.

Três diferentes conceitos de justiça; no plano biológico da fera,

no plano animal-humano, no super-humano. A ética A2 da força,

a ética A3 da astúcia; a ética A4 da honestidade. A evolução duma

ética na outra. A função biológica da mentira e a seleção do

mais inteligente
XIV - NÍVEIS EVOLUTIVOS E TIPOS BIOLOGICOS

A conduta do ser nos diferentes níveis evolutivos A2, A3, A4,

conforme a sua relativa forma mental em relação ao problema

econômico e ao problema religioso
XV - TÉCNICA DO FENÔMENO DA REDENÇAO

A Lei, dualismo de opostos, a técnica do fenômeno da

redenção de - para +, o princípio da reabsorção do erro pela

dor, a fatal corrida evolutiva. Os limites da evolução no seu

conjunto e no caso particular do indivíduo

XVI - MISSÃO E A AJUDA DE DEUS

Um caso vivido e o controle das teorias. O que é cumprir uma

missão e a ajuda de Deus. A resposta do céu. A lógica (para o

mundo) do absurdo evangélico do perdão. A força, fraqueza do

mundo. Como Moisés venceu o Faraó no Êxodo da Bíblia
XVII - AS ESTRATÉGIAS DO BEM E DO MAL

A luta entre o bem e o mal. As duas estratégias. A técnica

do ricochete. Percentagem de negatividade-vuInerabilidade e

probabilidade de vitória. Visualização do fenômeno e conclusões
XVIII - CONCEITO DE MORTE PARA O EVOLUÍDO E O INVOLUÍDO

O que é a morte. A do involuído e a do evoluído. O princípio

da geração (S) e o da destruição (AS). A morte mata o corpo,

não o espírito. O medo da morte e a luta pela vida. O

desapego, a superação, a libertação. Deus, do centro, no S, irradia

para AS, porque. a vida vence a morte. Utilidade de viver o

Evangelho. Conclusão

PREFÁCIO



Este livro foi iniciado no inverno de 1959. Fui, em julho, convidado a proferir uma conferência em S. Paulo e logo comecei a tomar notas, mas elas foram rapidamente aumentando, até que compreendi que estava recebendo um novo volume: este que agora aqui apresentamos. Era um caudal de idéias novas que estava chegando. Não me restava outra coisa senão apressar-me a registrar tudo por escrito, antes que elas desaparecessem. Assim nasceu este livro, de um trabalho febril executado quase todo durante a noite.


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