Universidade estadual paulista “julio de mesquita filho”


Participação em redes e consórcios



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Participação em redes e consórcios

A Biblioteca da FEIS participa de redes e consórcios que promovem o compartilhamento de recursos e a cooperação de serviços visando a prestação de melhores serviços aos usuários.


3.3 Recursos de Informática

A estrutura de apoio de informática do PPGEC pode ser dividida em três categorias:

(1) estrutura local, abrangendo o prédio do Departamento de Engenharia Civil e os laboratórios do PPGEC;

(2) estrutura da unidade, englobando outros ambientes pertencentes à Faculdade de Engenharia - Campus de Ilha Solteira;

(3) infraestrutura de redes de informática da Faculdade de Engenharia e da Universidade Estadual Paulista - UNESP.

Na primeira categoria (estrutura local) o programa conta atualmente (2004) com um total de 55 microcomputadores, 16 impressoras, 5 câmeras fotográficas digitais, 6 scanners, 2 plotters formato A0, 6 projetores multimídia e 1 filmadora digital; equipamentos estes distribuídos entre as salas dos núcleos de apoio computacional e os laboratórios de Hidrologia e Hidrometria, Saneamento, Alvenaria Estrutural (NEPAE) e Geotecnia Ambiental.

O segundo grupo (estrutura da unidade) engloba cerca de 120 microcomputadores além de periféricos tais como: impressoras, plotters e scanners distribuídos por laboratórios da Faculdade de Engenharia e Biblioteca, disponíveis para uso dos alunos do PPGEC.

Interligando os equipamentos que se enquadram nas categorias acima tem-se a FEISNet (rede local de computadores) que permite total interligação, com desempenho local de 100Mb/s com equipamentos instalados que irá levar tal velocidade a 1 Gb. Na terceira categoria (infraestrutura da Faculdade e Universidade) pode-se destacar a interligação da rede local com a rede ANSP2, com 1 link "frame relay" de 34 Mb/s, possibilitando acesso à Web e acesso livre a diversas bases de dados nacionais e internacionais para pesquisa bibliográfica, além de possibilitar aos alunos os serviços de acesso remoto (a partir de computadores residenciais) e webmail (acesso a conta de correio eletrônico de qualquer local.

Contamos ainda com o vídeo conferência com dois pontos de transmissões e três recepções instalados.
3.4 Recursos Financeiros

Durante o ano de 2004, a captação de recursos foi de R$897.626,75.

A seguir especificamos os valores dos recursos financeiros da captação de recursos em Pesquisa, Bolsas de Mestrado, Bolsas de Pós-Doutorado, Bolsas de Jovem Pesquisador, Bolsas de Iniciação Científica, Bolsas de Treinamento Técnico, Auxílio a participação de eventos nacionais e internacionais e Auxílio a organização de eventos das seguintes agências de fomento, aplicados efetivamente no ano de 2004:

FAPESP...................................R$482.711,75

FINEP......................................R$107.923,00

FEHIDRO...............................R$ 19.795,81

CNPq......................................R$ 34.195,87

FUNDUNESP........................R$ 6.050,00

EMPRESAS PRIVADAS......R$ 37.550,32

PROAP..................................R$ 30.000,00

BOLSAS CAPES...................R$ 71.400,00
TOTAL..................................R$789.626,75
Informamos que institucionalmente a UNESP viabilizou um programa de incentivo aos docentes à captação de recursos junto a agências de fomento.

4. INTERCÂMBIOS INSTITUCIONAIS:

Os docentes do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil desenvolvem pesquisa em colaboração com as seguintes Universidades:



Intercâmbios internacionais:

INSA de TOULOUSE-FRANÇA,Universidade Politecnica de Valencia -Espanha, University of California at Berkeley -USA, Laboratório Nacional de Engenharia Civil-LENEC-Portugal, Institute of Transport Studies - The University of Sidney -Australia e Universidade de Pisa-Itália.



Intercâmbios Nacionais:

EESC-USP, POLI-USP, UNICAMP, UFSC, UFRJ-COPPE, IPH/UFRGS, além da interação com outras unidades da UNESP.


5. AUTO AVALIAÇÃO:

Em quais pontos o programa precisa melhorar

O programa de pós-graduação, visando um processo de auto-avaliação contínuo, realiza assembléias semestrais ou, quando necessário, com todos os seus docentes e discentes. Nestas assembléias são discutidas as linhas de pesquisas, a produção científica e as metas à serem atingidas, assim como todo e qualquer ação que venha proporcionar o crescimento qualitativo do programa. Deve-se destacar que o cadastramento de novos docentes no programa está baseado em normas elaboradas a partir de 2002, além da apresentação de uma proposta circunstanciada, pelo candidato, analisada por um relator e posterior deliberação pelo Conselho. Com este procedimento procura-se extrair o perfil científico e, principalmente, inferir sobre a capacidade de engajamento do docente com relação aos objetivos do programa.

No plano de Metas 2004/2006 apresentado à Pró-Reitoria de Pós-Graduação da UNESP em janeiro/2004, o Conselho do PPGEC, após discussões com todos os docentes e discentes, determinou como uma das prioridades a serem atingidas - o crescimento de publicações de trabalhos de conclusão em periódico de corpo editorial nacional e internacional, fomentar a participação de docentes em congressos relevantes às linhas de pesquisas do programa e manter o tempo médio de titulação em aproximadamente 27 meses.

Outra preocupação do Conselho do PPGEC é o programa de treinamento de seus docentes, o qual está incentivando que seja feito preferencialmente em instituições no exterior ou em instituições brasileiras que não caracterize endogênia de formação. Assim sendo, o Prof. José Augusto de Lollo iniciou-se em 2004 o pós-doutoramento na Universidade Federal de São Carlos com o projeto de pesquisa aprovado pelo CNPq. Está previsto para o ano de 2006 a saída de um docente para a University of California at Berkeley - UCB - nos EUA.

Devido a nova política de fomento de bolsas de mestrado implantada pela FAPESP, o número de bolsas financiadas por este órgão sofreu uma significativa redução nos últimos anos. Mesmo assim, durante o ano de 2004, contamos com 08 bolsas FAPESP; 04 Bolsas financiadas por empresas pagas através da FEPISA- Fundação de Ensino, Pesquisa e Extensão de Ilha Solteira; 01 Bolsa CNPq; 01 Bolsa CT-Hidro/CNPq e 07 Bolsas CAPES, perfazendo um total de 17 bolsas para um total de 41 alunos matriculados no ano de 2004. Assim sendo, acatando a sugestão dos alunos do PPGEC, durante o ano de 2004, em caráter experimental, as bolsas CAPES foram concedidas por 12 meses, visando atender um número maior de alunos. Entretanto, o conselho do programa vê essa atitude com muita preocupação, pois ela pode vir a gerar um número de desistência no decorrer do trabalho de dissertação.

Diante deste quadro, ainda de forma reduzida, alguns docentes do programa vêm buscando recursos financeiros em forma de financiamentos de bolsas de mestrado, bolsas de iniciação científica e de projetos de pesquisas junto à iniciativa privada. Seis trabalhos de mestrado foram, até o momento, financiados por empresas privadas.

O crescimento do número de publicações em periódicos indexados e anais de congresso internacional, de 2003 para 2004, sofreram uma significativa melhora em produtos classificados como A e B pela CAPES. Um sério problema que estamos enfrentando é a demora de circulação que está ocorrendo na maioria dos periódicos nacionais e internacionais. Um artigo para ser publicado em um periódico indexado nacional tem demorado em média 12 meses, contado a partir da data de envio. Esperamos que com o decorrer do tempo e com o aumento do número de recursos de bolsas, cresça ainda mais o dinamismo das atividades de pesquisa, refletindo assim no número de publicações.

O programa contou no final de 2004 com 46 dissertações defendidas, sendo 10 em 2004 e previsão de defesa para o ano de 2005 poderá chegar a 17. Consideramos que o número de alunos poderá vir a crescer, desde que tenhamos um aumento dos recursos de bolsas a serem oferecidas.

O Conselho do PPGEC tem incentivado a participação de alunos e docentes em Congressos Nacionais e Internacionais. Durante o ano de 2004 tivemos a participação com apresentação de trabalhos de 13 discentes e 09 docentes do PPGEC em congressos Nacionais e de 04 docentes em Congressos Internacionais, todos financiados com recursos captados de agências de fomento.

Cremos que com a consolidação do PPGEC haverá um aumento gradativo do número de alunos matriculados no PPGEC.


Os pontos fortes do programa

O ponto forte do Programa está no seu corpo docente que atua em pesquisa e ensino, mantendo um envolvimento efetivo e em tempo integral para com os alunos do PPGEC e estes estabelecem uma sintonia interessante com os alunos de Graduação, o que pode ser notado na parceria constante dos artigos publicados durante o ano de 2004.

A cada ano aumenta o número de docentes que são relatores de periódicos classificados pela CAPES, agências de fomento e a participação em bancas de prestigiadas instituições brasileiras, o que denota sua reconhecida projeção acadêmica.

Todas as disciplinas estão organizadas de modo a atender as duas áreas de concentração, sendo que as obrigatórias permitem dar ao aluno um panorama do campo do conhecimento dessas áreas e as eletivas permitem o necessário aprofundamento requerido por um Programa Strictu Sensu. A maioria dos docentes está envolvida com as disciplinas e com as atividades de orientação.



Importa destacar, finalmente, que a boa infra-estrutura de Laboratórios, Recursos de Informática e Biblioteca, em última análise, reflete o compromisso e disposição institucional de assumir a pós-graduação como vocação e responsabilidade de uma instituição universitária pública.
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil - PPGEC (Estruturas e Recursos Hídricos e Tecnologias Ambientais) Nota = 3



DOCENTES

ANO BASE

1999

2001

2002

2003

2004

Número




18

18

14

16

NRD6 (Permanente)




14 (77,8%)

15 (83,3%)

12 (85,7%)

12 (75%)

Em Treinamento




2

4

2

1

Docência na Pós-Graduação




14 (100%)

14 (93,3%)

12 (85,7%)

16 (100%)

Docência na Graduação




14 (100%)

14 (93,3%)

14 (100%)

16 (100%)

Orientação na Pós-Graduação




14 (100%)

12 (80%)

12 (85,7%)

16 (100%)

Orientação na Graduação




12 (85,7%)

14 (93,3%)

14 (100%)

16 (100%)

Equipe de Projeto




14 (100%)

15 (100%)

14 (100%)

16 (100%)




LINHAS DE PESQUISA

ANO BASE

1999

2001

2002

2003

2004




5

5

5

5

PROJETOS




58

38

26

11

Em andamento




35

26

24

11

Vínculo com linhas de pesquisa




100%

100%

100%

100%

Com auxílio financeiro




87,9%

89,5%

100%

100%

Discentes envolvidos




24 de 40

38 de 41

37 de 37

41 de 41




DISCIPLINAS

ANO BASE

1999

2001

2002

2003

2004

Número




35

35

35

35

Oferecidas no ano




20 (57%)

17 (48,6%)

24 (68,6%)

25 (71,4%)

Ministradas por docentes




18 (90%)

15 (88,2%)

19 (86,4%)

15 (93,8%)

Ministradas por não docentes




0

0

0

0

Ministradas por ambos




2

2

3

2


DISCENTES

ANO BASE

1999

2001

2002

2003

2004

Total no início do ano




27

31

21

26

Novos




13

10

16

15

Mudança de nível




0

0

0

0

Abandono/desligamento




1 (2,5%)

3 (7,3%)

0

0

Titulados




8

(20,0%)


17 (41,5%)

11 (29,7%)

10 (24,4%)

Total no final do ano




31

21

26

31

Discentes/NRD6




2,9

2,7

3,1

3,4

Área de avaliação

(Eng. I)





5,7

5,7

5,7

5,7



TESES E DISSERTAÇÕES

ANO BASE

1999

2001

2002

2003

2004

Tempo médio de Titulação




27,9

27,2

27,7

26,2

Tempo médio de Titulação da área




32,8

33

33

33

Vínculo com linha




100%

100%

100%

100%

Vínculo com projeto




100%

100%

100%

100%

Auxílio financeiro




70,6%

70,6%

100%

100%

N° de Titulados por NRD6




1,1

1,1

1,1

1,2

N° de Titulados por NRD6 da área




1,0

1,0

1,0

1,0



PUBLICAÇÕES

ANO BASE

1999

2001

2002

2003

2004

Artigos completos em periódicos




4

7

11

12

Internacional A




0

1

2

0

Internacional B




0

0

0

1

Internacional C




0

0

0

2

Nacional A




1

5

4

2

Nacional B




2

0

2

3

Nacional C




1

1

3

4

Não qualificado




0

0

0

0

Docentes envolvidos




4 de 18 (22,2%)

5 de 18

(27,8%)


5 de 14 (35,7%)

5 de 16

(31,3%)


NRD6 envolvidos




3 de 14 (21,4%)

5 de 15 (33,3%)

5 de 12

(41,7%)


5 de 12 (41,7%)

Discentes envolvidos




0

4 de 41 (9,7%)

7 de 37 (18,9%)

7 de 41 (17,0%)

Trabalho qualificado por NRD6



0,2

0,4

0,9

1,0


Vínculo com projetos




100%

100%

100%

100%

Vínculo com teses/dissertações




100%

100%

100%

100%



3.1.3. PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA - MESTRADO E DOUTORADO
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ENGENHARIA ELÉTRICA DO CAMPUS DA UNESP DE ILHA SOLTEIRA


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