Afoxé Oju Omim Omorewá: do terreiro ao palco – a performance artística como mecanismo de empoderamento



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Afoxé Oju Omim Omorewá: do terreiro ao palco – A performance artística como mecanismo de empoderamento

Por Daniela Beny Polito Moraes1

Resumo:

Tomando como ponto de partida as práticas artístico-culturais e sociais do Afoxé Oju Omim Omorewá2 situado na cidade de Maceió/AL, mais precisamente no bairro do Jacintinho, que possui altos índices de vulnerabilidade social entre a população de jovens negros, esta comunicação visa refletir sobre as atividades do referido Afoxé como ferramenta de empoderamento e de produção de alteridade. A motivação em abordar o tema deu-se das observações feitas em campo e entrevistas com as Ialorixás e coordenadoras do Afoxé, Nany Moreno e Isabel Caetano, durante a produção etnográfica para escrita da monografia “A codificação corporal da Dança de Iansã3 nas coreografias do Afoxé Oju Omim Omorewá”, desenvolvida em 2014 para finalização do curso de Especialização em Antropologia na Universidade Federal de Alagoas, pesquisa da qual, esta comunicação tornou-se desdobramento e objeto de reflexão. Assim sendo, trarei conceitos a acerca da Antropologia da Performance com referência nos escritos de Richard Schechner e, em paralelo, aspectos da Antropologia Teatral desenvolvida pelo teatrólogo Eugenio Barba, baseando as práticas da performance artística na vivência cultural de cada indivíduo como possibilidade de criação. Trarei também uma explanação geral acerca da produção dos espetáculos do Afoxé e de suas práticas internas ao que diz respeito à capacitação profissional de seus componentes.

Palavras-chave: Afoxé, Antropologia da Performance, empoderamento




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