Engenharia de segurança do trabalho



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VIBRAÇÕES
Prof. Jabra Haber


BIBLIOGRAFIA:
MIRSHAWKA, VICTOR. Manutenção preditiva. São Paulo: Makron Books

NEPOMUCENO, L. X. Técnicas de manutenção preditiva. São Paulo: Edgard Blucher

IIDA, ITIRO. Ergonomia: projeto e produção. São Paulo: Edgard Blucher
NORMAS:

NR-15 – ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES

ANEXO 8 – VIBRAÇÕES
NORMAS INTERNACIONAIS:


  • ISO 5349:1986 - VIBRAÇÕES TRANSMITIDAS À MÃO

  • ISO 5349-1:2001 - VIBRAÇÕES TRANSMITIDAS À MÃO

  • ISO 5349-2:2001 - VIBRAÇÕES TRANSMITIDAS À MÃO

  • ISO 2631-1:1985 - VIBRAÇÕES PARA O CORPO INTEIRO

  • IS0 2631-1:1997 - VIBRAÇÕES PARA O CORPO INTEIRO

  • LIMITES DA ACGIH

  • DIRETIVAS EUROPÉIAS



NR-15 ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES (115.000-6)

15.1 São consideradas atividades ou operações insalubres as que se desenvolvem:

15.1.1 Acima dos limites de tolerância previstos nos Anexos n.ºs 1, 2, 3, 5, 11 e 12;

15.1.2 Revogado pela Portaria nº 3.751, de 23-11-1990 (DOU 26-11-90)

15.1.3 Nas atividades mencionadas nos Anexos n.ºs 6, 13 e 14;

15.1.4 Comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho, constantes dos Anexos nºs 7, 8, 9 e 10.

15.1.5 Entende-se por "Limite de Tolerância", para os fins desta Norma, a concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral.

15.2 O exercício de trabalho em condições de insalubridade, de acordo com os subitens do item anterior, assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo da região, equivalente a: (115.001-4/ I1)

15.2.1 40% (quarenta por cento), para insalubridade de grau máximo;

15.2.2 20% (vinte por cento), para insalubridade de grau médio;

15.2.3 10% (dez por cento), para insalubridade de grau mínimo;

15.3 No caso de incidência de mais de um fator de insalubridade, será apenas considerado o de grau mais elevado, para efeito de acréscimo salarial, sendo vedada a percepção cumulativa.

15.4 A eliminação ou neutralização da insalubridade determinará a cessação do pagamento do adicional respectivo.

15.4.1 A eliminação ou neutralização da insalubridade deverá ocorrer:

a) com a adoção de medidas de ordem geral que conservem o ambiente de trabalho

dentro dos limites de tolerância; (115.002-2 / I4)

b) com a utilização de equipamento de proteção individual.

15.4.1.1 Cabe à autoridade regional competente em matéria de segurança e saúde do trabalhador, comprovada a insalubridade por laudo técnico de engenheiro de segurança do trabalho ou médico do trabalho, devidamente habilitado, fixar adicional devido aos empregados expostos à insalubridade quando impraticável sua eliminação ou neutralização.

15.4.1.2 A eliminação ou neutralização da insalubridade ficará caracterizada através de avaliação pericial por órgão competente, que comprove a inexistência de risco à saúde do trabalhador.

15.5 É facultado às empresas e aos sindicatos das categorias profissionais interessadas requererem ao Ministério do Trabalho, através das DRTs, a realização de perícia em estabelecimento ou setor deste, com o objetivo de caracterizar e classificar ou determinar atividade insalubre.

15.5.1 Nas perícias requeridas às Delegacias Regionais do Trabalho, desde que comprovada a insalubridade, o perito do Ministério do Trabalho indicará o adicional devido.

15.6 O perito descreverá no laudo a técnica e a aparelhagem utilizadas.

15.7. O disposto no item 15.5. não prejudica a ação fiscalizadora do MTb nem a realização exofficio da perícia, quando solicitado pela Justiça, nas localidades onde não houver perito.


ANEXO Nº 8 – VIBRAÇÕES


1. As atividades e operações que exponham os trabalhadores, sem a proteção adequada, às vibrações localizadas ou de corpo inteiro, serão caracterizadas como insalubres, através de perícia realizada no local de trabalho.



2. A perícia, visando à comprovação ou não da exposição, deve tomar por base os limites de tolerância definidos pela Organização Internacional para a Normalização - ISO, em suas normas ISO 2631 e ISO/DIS 5349 ou suas substitutas.

2.1. Constarão obrigatoriamente do laudo da perícia:

a) o critério adotado;

b) o instrumental utilizado;

c) a metodologia de avaliação;

d) a descrição das condições de trabalho e o tempo de exposição às vibrações;

e) o resultado da avaliação quantitativa;

f) as medidas para eliminação e/ou neutralização da insalubridade, quando houver.



3. A insalubridade, quando constatada, será de grau médio.

COMENTÁRIOS:


NO PASSADO, ATÉ POUCOS ANOS ATRÁS, A VALIAÇÃO DE VIBRAÇÃO NO CORPO HUMANO ERA POUCO REALIZADA, VISTO QUE NORMALMENTE QUANDO SE ESTÁ NUM AMBIENTE COM VIBRAÇÕES ELEVADAS, O NÍVEL DE PRESSÃO SONORA É BASTANTE ELEVADO.
A AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE POR MEIO DA DOSIMETRIA DE RUIDO JÁ CARACTERIZAVA A ATIVIDADE COMO INSALUBRE.
COM AS RECENTES MUDANÇAS NAS LEIS, A NECESSIDADE DE MEDIÇÃO DA VIBRAÇÃO VEM AUMENTANDO, POIS CASO HAJA UM LAUDO COM RESPALDO DE MÉDICOS OU ENGENHEIROS DE SEGURANÇA COMPROVANDO A EFICÁCIA DAS MEDIDAS DE CONTROLE COLETIVO OU INDIVIDUAL PARA O RUIDO OCUPACIONAL NEUTRALIZANDO A EXPOSIÇÃO E CONSEQUENTEMENTE A INSALUBRIDADE, FICA A PERGUNTA: E A EXPOSIÇÃO À VIBRAÇÃO?
COMO NÃO HAVIA MEDIÇÃO DA VIBRAÇÃO NÃO HOUVE ACOMPANHAMENTO DOS TRABALHADORES QUE PASSARAM A APRESENTAR DOENÇAS SEM SABER DAS CAUSAS. EXEMPLO: OPERADORES DE EMPILHADEIRAS QUE APRESENTARAM PROBLEMAS DE COLUNA E FORAM DESVIADOS PARA OUTRAS FUNÇÕES, SEM RECEBER NENHUM BENEFÍCIO, POIS NÃO SE ESTABELECIA NEXO CAUSAL COM A ATIVIDADE EXECUTADA.
RECENTEMENTE, ATRAVÉS DAS INSTRUÇÕES NORMATIVAS 99 E 100 DE 2004, O MPAS, ATRAVÉS DO INSS VEM EXIGINDO DAS EMPRESAS LAUDOS AMBIENTAIS DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO NAS ATIVIDADES ONDE PODE OCORRER EXPOSIÇÃO A VIBRAÇÕES.
CLASSIFICAÇÃO DAS VIBRAÇÕES
VIBRAÇÕES DE CORPO INTEIRO – SÃO VIBRAÇÕES TRANSMITIDAS AO CORPO COM O INDIVÍDUO SENTADO (RECLINADO OU NÃO) EM PÉ OU DEITADO

NORMALMENTE OCORREM EM TRABALHO COM MÁQUINAS PESADAS:




  • TRATORES, CAMINHÕES, ÔNIBUS, AERONAVES, MÁQUINAS DE TERRAPLANAGEM, GRANDES COMPRESSORES, MÁQUINAS INDUSTRIAIS

VIBRAÇÕES LOCALIZADAS – SÃO VIBRAÇÕES QUE ATINGEM CERTAS REGIÕES DO CORPO, PRINCIPALMENTE AS MÃOS, BRAÇOS E OMBROS.

NORMAMENTE OCORREM EM OPERAÇÕES COM FERRAMENTAS MANUAIS VIBRATÓRIAS:




  • MARTELETES, BRITADORES, REBITADEIRAS, COMPACTADORES, POLITRIZES, MOTOSSERRAS, LIXADEIRAS, PENEIRAS VIBRATÓRIAS, FURADEIRAS.



EFEITOS DA VIBRAÇÃO NO HOMEM
OS EFEITOS DA VIBRAÇÃO NO HOMEM DEPENDEM, ENTRE OUTROS ASPECTOS, DAS FREQUÊNCIAS QUE COMPÕEM A VIBRAÇÃO.
AS BAIXAS FREQUÊNCIAS SÃO AS MAIS PREJUDICIAIS – DE 1 ATÉ 80-100 HZ.
NESSAS FAIXAS DE FREQUÊNCIA OCORRE A RESSONÂNCIA DAS PARTES DO CORPO HUMANO, QUE PODE SER CONSIDERADO COMO UM SISTEMA MECÂNICO COMPLEXO.
ACIMA DE 100 HZ, AS PARTES DO CORPO ABSORVEM A VIBRAÇÃO, NÃO OCORRENDO RESSONÂNCIA.




O QUE É VIBRAÇÃO ?

O QUE É VIBRAÇÃO?

Vibração é qualquer movimento que o corpo executa em torno de um ponto fixo. Esse movimento pode ser regular, do tipo senoidal ou irregular, quando não segue nenhum movimento determinado, como no sacolejar de um carro andando em uma estrada de terra (IIDA)

Um corpo é dito em vibração quando ele descreve um movimento oscilatório em torno de um ponto de referência. O número de vezes de um ciclo completo de um movimento durante um período de um segundo é chamado de freqüência e é medido em Hertz [Hz]. (FERNANDES).

O movimento pode consistir de um simples componente ocorrendo em uma única freqüência, como um diapasão, ou muitos componentes ocorrendo em diferentes freqüências simultaneamente, como por exemplo, com o movimento de um pistão de um

motor de combustão interna

Na prática, os sinais de vibração consistem em muitas freqüências ocorrendo simultaneamente, dificultando a observação em um gráfico amplitude X tempo.


O mais importante dos sinais de vibração é o estudo dos componentes individuais da freqüência que é chamado de análise de freqüência, uma técnica que pode ser considerada a principal ferramenta de trabalho nos diagnósticos de medida de vibração.
O gráfico mostrando o nível de vibração em função da freqüência é chamado de espectrograma de freqüência. Quando analisamos a vibração de uma máquina, nós encontramos um grande número de componentes periódicos de freqüência que são diretamente relacionados com os movimentos fundamentais de várias partes da máquina.
Com a análise de freqüência, é possível descobrir as fontes de vibração na máquina.


PARÂMETROS UTILIZADOS NA DETERMINAÇÃO DA VIBRAÇÃO

VELOCIDADE


DESLOCAMENTO
ACELERAÇÃO – (m/s2) – É A MAIS UTILIZADA

NÍVEL DE ACELERAÇÃO – MEDIDA EM DECIBÉIS – OS NÍVEIS DE REFERÊNCIA EM DECIBEL SÃO FIXADOS PELA NORMA ISO R 1683
(Figura: Parâmetros para apresentação da vibração)


EQUIPAMENTO DE MEDIDA DA VIBRAÇÃO

O transdutor universalmente usado na captação de uma vibração é o acelerômetro piezoelétrico.


Os acelerômetros piezoelétricos são altos geradores de sinal, não necessitando de fonte de potência. Além disso, não possuem partes móveis e geram um sinal proporcional à aceleração, que pode ser integrado, obtendo-se a velocidade e o deslocamento do sinal.
A essência de um acelerômetro piezoelétrico é o material piezoelétrico, usualmente uma cerâmica ferro-elétrica artificialmente polarizada. Quando ela é mecanicamente tensionada, proporcionalmente à força aplicada, gera uma carga elétrica que polariza suas faces.


Acelerômetro piezoelétrico.



.

MUITAS VEZES, A MONTAGEM DOS ACELERÔMETROS DE FORMA FIXA NAS FERRAMENTAS, ATRAVÉS DE BRAÇADEIRAS, COLA, PARAAFUSOS OU OUTRO SISTEMA PODE SER INVIÁVEL, SENDO PERMITIDO A UTILIZAÇÃO DE ADAPTADORES


(FIGURA ADAPTADORES)

OS ADAPTADORES POSSUEM RESPOSTAS EM FREQUÊNCIAS ESPECÍFICAS, QUE PODEM LIMITAR SUA APLICAÇÃO.



(FIGURA ADAPTADORES PARA MÃOS)

SINTOMAS PRINCIPAIS RELACIONADOS COM A FREQUÊNCIA DAS VIBRAÇÕES

Sintomas

Freqüência


Sensação geral de desconforto

4-9

Sintomas na cabeça

13-20

Maxilar

6-8

Influência na linguagem

13-20

Garganta

12-19

Dor no peito

5-7

Dor abdominal

4-10

Desejo de urinar

10-18

Aumento do tonus muscular

13-20

Influência nos movimentos respiratórios

4-8

Contrações musculares

4-9


PRINCIPAIS INCÔMODOS DA VIBRAÇÃO NO ORGANISMO




VIBRAÇÕES LOCALIZADAS
OS PRINCIPAIS EFEITOS DEVIDO À EXPOSIÇÃO À VIBRAÇÃO NO SISTEMA MÃO-BRAÇO PODEM SER DE ORDEM VASCULAR, NEUROLÓGICA, ÓSTEAARTICULAR E MUSCULAR.
SEGUNDO TAYLOR E PELMEAR, A EVOLUÇÃO DA DOENÇA NOS SEUS DEVIDOS ESTÁGIOS EM FUNÇÃO DA EXPOSIÇÃO DIÁRIA, AO LONGO DE MESES, É:


  • Formigamento ou adormecimento leve e intermitente, ou ambos, são usualmente ignorados pelo paciente porque não interferem no trabalho ou em outras atividades. São os primeiros sintomas da síndrome;

  • Mais tarde, o paciente pode experimentar ataques de branqueamento de dedos, confinados primeiramente às pontas, entretanto, com a continuidade da exposição, os ataques podem se estender à base do dedo;

  • Frio freqüente provoca os ataques, mas há outros fatores envolvidos com o mecanismo do disparo: a temperatura central do corpo, a taxa metabólica, o tônus vascular (especialmente pela manhã) e estado emocional;

  • Os ataques de branqueamento duram usualmente de 15 a 60 minutos, sendo que nos casos avançados podem durar 1 a 2 horas. A recuperação se inicia com um rubor, uma hipertemia reativa, usualmente vista na palma, avançando do pulso para os dedos;

  • Nos casos avançados, devidos aos repetidos ataques isquêmicos, o tato e a sensibilidade à temperatura ficam com prometidos. Há perda de destreza e a incapacidade para a realização de trabalhos finos;

  • Prosseguindo a exposição, o número de ataques de branqueamento se reduz, sendo substituído por uma aparência cianótica dos dedos;

  • Finalmente, pequenas áreas de necrose da pele aparecem na ponta dos dedos.


AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO À VIBRAÇÃO TRANSMITIDAS ÀS MÃOS
A SEVERIDADE DA VIBRAÇÃO TRANSMITIDA ÀS MÃOS NAS CONDIÇÕES DE TRABALHO É INFLUENCIADA PELOS SEGUINTES FATORES:


  • ESPECTRO DE FREQUÊNCIA DAS VIBRAÇÕES

  • MAGNITUDE DO SINAL DE VIBRAÇÃO

  • DURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO DIÁRIA E TEMPO TOTAL DE EXPOSIÇÃO

  • CONFIGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO (CONTÍNUA, INTERMITENTE) E MÉTODO DE TRABALHO

  • MAGNITUDE E DIREÇÃO DAS FORÇAS APLICADAS PELO OPERADOR AO SEGURAR A FERRAMENTA OU PEÇA.

  • POSICIONAMENTO DAS MÃOS, BRAÇOS E CORPOS DURANTE A OPERAÇÃO

  • TIPO E CONDIÇÃO DO EQUIPAMENTO, FERRAMENTA OU PEÇA

  • ÁREA E LOCALIZAÇÃO DAS PARTES DA MÃO QUE ESTÃO EXPOSTAS À VIBRAÇÃO

A SEVERIDADE DOS EFEITOS BIOLÓGICOS DA VIBRAÇÃO TRANSMITIDA NAS CONDIÇÕES DE TRABALHO PODE SER INFLUENCIADA POR:




  • A DIREÇÃO DA VIBRAÇÃO TRANSMITIDA À MÃO

  • CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

  • O MÉTODO DE TRABALHO E A HABILIDADE DO OPERADOR

  • AGENTES QUE AFETAM A CIRCULAÇÃO PERIFÉRICA (FUMO, MEDICAMENTO, DROGAS, ÁLCOOL, ETC).

DOENÇAS CAUSADAS PELA VIBRAÇÃO SOBRE A MÃO


  • ALTERAÇÕES VASCULARES:


RESULTANTE DA CONSTRIÇÃO DOS VASOS ( SINDROME DE

RAYNAUD OU DEDOS BRANCOS).


  • ALTERAÇÕES NOS OSSOS E JUNTAS:


DESCALCIFICAÇÃO
DEGENERAÇÃO DOS OSSOS CARPO, METACARPO E FALANGES
ARTROSE
ALTERAÇÃO DEGENERATIVA DAS JUNTAS


MÉTODO DE MEDIÇÃO ( ISO 5349)


  • CONSISTE NA MEDIÇÃO DA ACELERAÇÃO TRANSMITIDA ÀS MÃOS NA DIREÇÃO DOS TRÊS EIXOS ORTOGONAIS DEFINIDOS PELA NORMA. AS FREQUÊNCIAS CONSIDERADAS NAS MEDIÇÕES DEVEM ABRANGER PELO MENOS AS FAIXAS DE 5 A 1500 HZ.




  • O ACELERÔMETRO DEVE SER MONTADO NO PONTO (OU PRÓXIMO) ONDE A ENERGIA É TRANSMITIDAS ÀS MÃOS.

SE A MÃO ESTÁ EM CONTATO COM A SUPERFÍCIE VIBRANTE, O

TRANSDUTOR PODE SER MONTADO DIRETAMENTE NESSA

ESTRUTURA.


SE EXISTIR MATERIAL RESILIENTE ENTRE A MÃO E A ESTRUTURA, É

PERMITIDA A UTILIZAÇÃO DE UMA ADAPTAÇÃO PARA A MONTAGEM

DO TRANSDUTOR


  • A VIBRAÇÃO DEVE SER MEDIDA NOS TRÊS EIXOS ORTOGONAIS. QUALQUER ANÁLISE EFETUADA DEVE TER POR BASE O MAIOR VALOR OBTIDO EM RELAÇÃO A ESSES EIXOS.




  • A MAGNITUDE DA VIBRAÇÃO DEVE SER EXPRESSA PELA ACELERAÇÃO OU EM DECIBEIS.




  • DEVEM SER USADOS TRANSDUTORES PEQUENOS E LEVES.


VIBRAÇÕES DE CORPO INTEIRO

EFEITOS EM GRUPOS EXPOSTOS A CONDIÇÕES SEVERAS:




  • PROBLEMAS NA REGIÃO DORSAL E LOMBAR

  • GASTROINTESTINAIS

  • SISTEMA REPRODUTIVO

  • DESORDENS NO SISTEMA VISUAL

  • PROBLEMAS NOS DISCOS INTERVERTEBRAIS

  • DEGENERAÇÕES DA COLUNA VERTEBRAL


VIBRAÇÕES DE CORPO INTEIRO

EFEITOS EM GRUPOS EXPOSTOS A CONDIÇÕES SEVERAS:

  • PROBLEMAS NA REGIÃO DORSAL E LOMBAR

  • GASTROINTESTINAIS

  • SISTEMA REPRODUTIVO

  • DESORDENS NOS SISTEMAS VISUAL

  • PROBLEMAS NOS DISCOS INTERVERTEBRAIS

  • DEFENARAÇÕES DA COLUNA VERTEBRAL

VIBRAÇÕES SUPERIORES A 10 m/s2 SÃO PREOCUPANTES. VALORES DA ORDEM DE 100 m/s2 PODEM CAUSAR SANGRAMENTOS INTERNOS.


ASPECTOS GERAIS DA NORMA ISO 2631/1:1985

  • FAIXA DE FREQUÊNCIA: 1 A 80 Hz.

  • TIPOS DE LIMITE:

- PRESERVAÇÃO DO CONFORTO

- PRESERVAÇÃO DA EFICIÊNCIA

- PRESERVAÇÃO DA SAUDE E DA SEGURANÇA


  • SISTEMA DE COORDENADAS TRI-ORTOGONAL COM CENTRO NO CORAÇÃO

  • LIMITES DISTINTOS PARA OS EIXOS Z, X, Y

  • REGIÃO DE MAIOR SENSIBILIDADE PARA O EIXO Z – 4 A 8 Hz.

  • REGIAÃO DE MAIOR SENSIBILIDADE PARA OS EIXOS X, Y – 1 A 2 Hz.

  • ACELERAÇÃO MEDIDA EM m/s2.

  • OS LIMITES DE EXPOSIÇÃO CORRESPONDEM APROXIMADAMENTE À METADE DO LIMIAR DE DOR OU TOLERÂNCIA VOLUNTÁRIA DE PACIENTES SAUDÁVEIS ATRAVÉS DE PESQUISAS REALIZADAS EM LABORATÓRIO PARA PESSOAS DO SEXO MASCULINO.

  • OS LIMITES SE REFEREM AO PONTO DE ENTRADA DA ENERGIA NO CORPO HUMANO, SENDO QUE AS MEDIÇÕES DEVERÃO SER FEITAS O MAIS PRÓXIMO POSSÍVEL DE TAL PONTO OU ÁREA.

EXERCÍCIOS




  1. Um motorista dirige um caminhão durante 8 horas por dia. A vibração medida no assento, representativa da exposição, medida no eixo longitudinal foi de 0,70 m/s2. A exposição está acima do limite estabelecido pela ISO 2631 ? Em caso positivo, quais medidas poderiam ser tomadas para reduzir o risco?




  1. A vibração junto ao assento de operador de empilhadeira foi medida e apresentou os seguintes valores: x= 0,22 m/s2; y= 0,21 m/s2; z= 0,50 m/s2. O tempo efetivo diário de operação é de 6 horas. Quais conclusões podem ser tiradas quanto ao limite de exposição?


ORIGENS DE VIBRAÇÃO PARA CORREÇÃO

BARULHOS PRODUZIDOS POR MOTORES DÍESEL

VIBRAÇÕES DE BARRAS

VIBRAÇÕES ORIGINADAS NAS CORREIAS



  • ACOPLAMENTO INADEQUADO

  • CORREIA DESALINHADA

  • POLIAS EXCÊNTRICAS

  • RESSONÂNCIA DA CORREIA

VIBRAÇÕES DE ORIGEM ELÉTRICA

  • CONECTORES

  • CHAVES SECCIONADORAS

  • FUSÍVEIS

  • GRAMPOS

  • DISJUNTORES

  • BANCOS DE CAPACITORES

  • TRANSFORMADORES

  • LAMINAÇÕES DO ESTATOR SOLTAS

  • ROTOR EXCÊNTRICO

  • BARRAS DO ROTOR ROMPIDAS

  • CAHPAS SOLTAS

VIBRAÇÕES ORIGINADAS POR TURBULÊNCIA DO ÓLEO

VIBRAÇÕES DEVIDAS A DESBALANCEAMENTOS

VIBRAÇÕES DEVIDAS A DESALINHAMENTOS DE EIXOS, POLIAS, FOLGAS MECÂNICAS.

VIBRAÇÕES DEVIDO A SISTEMAS DE ENGRENAGENS



  • ERRO DE TRANSMISSÃO

  • DENTES COM ACABAMENTO INADEQUADO

  • DESBALANCEAMENTO

VIBRAÇÕES EM MANCAIS E ROLAMENTOS

  • SOBRECARGA

  • DESBALANCEAMENTO

  • VARIAÇÕES BRUSCAS DE TEMPERATURAS

  • LUBRIFICAÇÃO INADEQUADA E DEFICIENTE

  • PARTÍCULAS ABRASIVAS NO LUBRIFICANTE

  • ERRO DE PROJETO

  • DESGASTE PELO USO

  • INSTALAÇÃO INADEQUADA

  • AJUSTES PROVISÓRIOS QUE SE TORNAM DEFINITIVOS

  • ESTRUTURA DESALINHADA

  • MONTAGEM INADEQUADA

  • DESALINHAMENTO

(TABELA XI.25 – NEPOMUCENO)


VIBRAÇÕES DE ORIGEM AERODINÂMICA

  • VENTILADORES

  • EXAUSTORES

VIBRAÇÕES ORIGINADAS PELO ATRITO

VIBRAÇÕES ORIGINADAS PELO PROCESSO



  • BOMBAS E DISPOSITIVOS QUE MOVIMENTAM LÍQUIDOS

  • CAVITAÇÃO

  • PURGADORES

  • VÁLVULAS DE SEGURANÇA

  • FORNOS, REATORES E TROCADORES DE CALOR

  • CHAMINÉS


VIBRAÇÕES - PROGRAMA DE CONTROLE DE RISCOS - PCR


  1. MONITORAMENTO DOS NÍVEIS DE VIBRAÇÃO

  2. CONTROLE DE ENGENHARIA E ADMINISTRATIVO

  3. AVALIAÇÃO E CONTROLE MÉDICO

  4. TREINAMENTO E MOTIVAÇÃO

  5. MANUTENÇÃO DE REGISTROS

PREVENÇÃO REQUER COMPROMETIMENTO, ORGANIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DE DIVERSOS GRUPOS: ADMINISTRADORES, MÉDICOS, ENGENHEIROS, TRABALHADORES EXPOSTOS E TODOS OS DEMAIS ENVOLVIDOS


ETAPAS DO PROGRAMA DE CONTROLE DE RISCOS DENTRO DA ESTRUTURA DO PPRA.
1. PLANEJAMENTO ANUAL COM O ESTABELECIMENTO DE METAS, PRIORIDADES E CRONOGRAMA PARA CADA COMPONENTE DO PCV.



  • PRIORIZAÇÃO DO AGENTE VIBRAÇÕES DENTRO DO PPRA FACE AOS DEMAIS RISCOS EXISTENTES;

  • NÚMERO DE TRABALHADORES EXPOSTOS E ATINGIDOS

  • DANOS EXISTENTES

  • RECURSOS E INFORMAÇÕES TÉCNICAS DISPONÍVEIS

2. ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO



  • DEFINIÇÃO DE RESPONSABILIDADES

  • SERVIÇOS ESPECIALIZADOS

  • CONSULTORIA


ANTECIPAÇÃO

  • AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS, FERRAMENTAS E ACESSÓRIOS NOVOS – ESPECIFICAÇÃO DO PRODUTO – AVALIAR POSSIBILIDADES DE ESCOLHA

  • SELEÇÃO DE PRODUTOS QUE PRODUZEM VIBRAÇÃO MAIS BAIXOS

  • ADEQUAÇÃO DA FERRAMENTA À TAREFA – SELECIONAR OS EQUIPAMENTOS MAIS ADEQUADOS

  • TAREFAS OU PROCESSOS DE TRABALHO NOVOS

  • IMPLANTAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO VOLTADOS À REDUÇÃO DOS NÍVEIS DE VIBRAÇÃO.


RECONHECIMENTO

  • DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE TRABALHADORES EXPOSTOS

  • DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES EXECUTADAS

  • DETERMINAÇÃO DOS TEMPOS E CARACTERÍSITICAS DE EXPOSIÇÃO PARA CADA SITUAÇÃO ENCONTRADA, PAUSAS E TEMPO DE EXPOSIÇÃO DIÁRIO TOTAL

  • DETERMINAÇÃO DO TIPO, CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSITICAS DOS EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PELOS OPERADORES.


AVALIAÇÃO

  • DETERMINAÇÃO DO NÍVEL DE VIBRAÇÃO PARA CARACTERIZAÇÃO DA EXPOSIÇÃO E ADOÇÃO DE MEDIDAS PREVENTIVAS E CONTROLE

  • MONITORAMENTO – AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA E REPETITIVA

  • OBTENÇÃO DE PARÂMETROS PARA AVALIAÇÃO DA EXTENSÃO E GRAVIDADE DO PROBLEMA

  • PRIORIZAÇÃO DE AÇÕES DE CONTROLE (ENGENHARIA, ADMINISTRATIVO E MÉDICO) E VERIFICAÇÃO DAS EFICIÊNCIA DAS MEDIDAS ADOTADAS.








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