Igor moreira



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Acesso em: 11 set. 2015.

Fonte: Elaborado com base em INSTITUTO Nacional de Meteorologia (Inmet). Gráficos climatológicos. Disponível em: . Acesso em: 11 set. 2015.

Curitiba (PR)

Clima subtropical: apresenta inverno frio e verão curto, mas muito quente. A temperatura média pode descer a menos de 15 °C no inverno e chegar a 24 °C no verão. O índice de pluviosidade média anual varia de 1 000 milímetros a 1 500 milímetros.

Clima temperado: apresenta verões amenos e invernos frios e têm as quatro estações do ano bem definidas. A temperatura média pode chegar a –3 °C no inverno e a 15 °C no verão. O índice pluviométrico anual varia de 1 000 milímetros a 2 000 milímetros.

Paris (França)

Fonte: Elaborado com base em INSTITUTO Nacional de Meteorologia (Inmet). Gráficos climatológicos. Disponível em: .
Acesso em: 11 set. 2015.

Atenas (Grécia)

Fonte: CLIMATE-DATA.ORG. Dados climáticos para cidades mundiais.
Disponível em: . Acesso em: 16 fev. 2016.

Clima mediterrâneo: apresenta verões quentes e secos e invernos moderados; no verão, a temperatura máxima chega a 30 °C e, no inverno, a temperatura mínima atinge 0 °C. O índice pluviométrico tem média anual de 500 milímetros a 1 000 milímetros, e as chuvas concentram-se no outono e no inverno.

Fonte: CLIMATE-DATA.ORG. Dados climáticos para cidades mundiais. Disponível em:


.
Acesso em: 11 set. 2015.

Clima desértico (árido): caracteriza-se por ser um clima extremamente seco durante todo o ano, com temperaturas variáveis. É quente em alguns desertos, como no Saara, e frio em outros, como na Patagônia (Argentina). Apresenta amplitude térmica diária acima de 20 °C; o índice pluviométrico anual é inferior a 250 milímetros e muito irregular.

Cairo (Egito)

Climogramas: Edição de arte/arquivo da editora

Petrolina (PE)



Clima semiárido: o índice pluviométrico varia de 250 milímetros a 500 milímetros ao ano e pode apresentar sensível amplitude térmica.

Fonte: CLIMATE DATA.ORG. Dados climáticos para cidades mundiais. Disponível em:


. Acesso em: 11 set. 2015.

Thompson (Canadá)

Fonte: CLIMATE-DATA.ORG. Dados climáticos para cidades mundiais. Disponível em: .
Acesso em: 11 set. 2015.

Clima frio: apresenta inverno rigoroso e verão curto. A temperatura pode chegar a –15 °C no inverno e, no verão, a média mensal geralmente não passa de 10 °C.

Sonnblick (Áustria)

Fonte: CLIMATE-DATA.ORG. Dados climáticos para cidades mundiais. Disponível em:
.
Acesso em: 16 fev. 2016.

Clima de montanha: a temperatura diminui 6 °C a cada mil metros de altitude. O índice pluviométrico nas regiões tropicais chega a 2 000 milímetros por ano; nas latitudes médias, o índice fica abaixo, mas chove mais nas altitudes maiores.

Nuuk (Groenlândia)

Fonte: EDUCAPLUS.ORG. Clima TIC. Disponível em:
. Acesso em: 16 fev. 2016.

Clima polar: a temperatura média no verão é de 4 °C e, no inverno, permanece abaixo de –20 °C. As precipitações são muito variáveis e constituídas quase apenas de neve; as chuvas, além de escassas, só ocorrem no verão.

Fonte: CLIMATE-DATA.ORG. Dados climáticos para cidades mundiais. Disponível em: . Acesso em: 11 set. 2015.



Climas do passado

Há milhares e milhares de anos, a Terra vem atravessando fases de aquecimento e resfriamento constantes. Os períodos gelados, chamados de eras glaciais, duram em média 100 mil anos e são intercalados por eras temperadas chamadas de interglaciais, como a que vivemos atualmente. Esses períodos costumam durar 10 mil anos.

Assim, os tipos climáticos da Terra abordados no item anterior nem sempre existiram ou tiveram as características que você estudou. Ao longo do tempo geológico, o planeta passou por uma série de transformações que resultaram em variações e mudanças climáticas. Muitas estão “gravadas” nas rochas.

Os elementos da história climática da Terra estão contidos na natureza por meio das acumulações de gelo e poeiras, em sedimentos lacustres e oceânicos, em sedimentos de certas áreas de dunas e terraços fluviais, em fósseis de plantas e animais, em registros de antigas linhas da costa, nos anéis de troncos de árvores, em formações calcárias de grutas, no crescimento dos corais, etc. Ao estudar alguns fósseis, por exemplo, observa-se que a existência de certos animais e plantas só se daria em determinadas condições climáticas.

Os aluviões lacustres (depósitos sedimentares conhecidos como varvitos) e os evaporitos (depósitos de sal) também costumam dar pistas de climas do passado geológico da Terra.

O varvito, por exemplo, é constituído de camadas claras e escuras (tons cinza), e sua ocorrência está associada à proximidade de geleiras continentais. O material mais claro deposita-se no degelo de verão, e o mais escuro deposita-se durante o inverno. Assim, o número de camadas indica o tempo gasto para a formação e as condições climáticas que foram se sucedendo ao longo dos milhares de anos.Veja a foto ao lado.

Dunas e antigas praias, por exemplo, podem evidenciar um ambiente árido que existiu em um passado longínquo. Os morros-testemunhos (elevações isoladas, desgastadas lateralmente) e outras formas de relevo residuais sugerem a existência de períodos mais úmidos.

Já se sabe, por exemplo, que há cerca de 300 a 350 milhões de anos, geleiras continentais recobriam parte significativa da América do Sul, da África, da Índia, da Austrália e da Antártida, quando ainda formavam Gondwana, uma mesma massa continental. O mesmo teria ocorrido com a Groenlândia, a Austrália e a Ásia há cerca de 600 a 800 milhões de anos.

Evidências indicam que, há cerca de 8,5 mil anos, as geleiras recuaram na Europa até suas posições atuais. Na América do Norte, o mesmo aconteceu cerca de 7 mil anos atrás.

Estudos mostram que, há aproximadamente 2 800 anos e também há 350 anos, a Terra passou por períodos marcantes de declínio de temperatura. O período entre 1550 e 1850 é conhecido como “pequena idade do gelo”.

A partir da metade do século XX, a tendência tem sido o aumento das médias de temperatura na Terra. Os registros sobre a temperatura média no planeta começaram em 1850 e mostram que os anos mais quentes, desde o início da medição, ocorreram a partir do final do século passado, sendo 2015 o recordista até então. Será que novas mudanças climáticas já estão acontecendo?

Pulsar Imagens/Rubens Chaves



Vista do Parque Geológico do Varvito, localizado em Itu (SP),
2013. O varvito é uma rocha formada por finas camadas de sedimentos depositados em antigos lagos.

Conexões

Amyr Klink (1955-) é um navegador brasileiro que, em 1984, a bordo de uma pequena embarcação movida a remos, atravessou o Atlântico sozinho. Partiu do porto de Lüderitz, na Namíbia (África), em 10 de junho daquele ano e chegou ao Brasil após 100 dias, 6 horas e 20 minutos. Com base nessa aventura, Klink escreveu o livro Cem dias entre céu e mar.

Leia, a seguir, um trecho desse livro e descubra alguns conhecimentos que o navegador utilizou para realizar essa travessia.
O caminho certo

[...]


No mar, o menor caminho entre dois pontos não é necessariamente o mais curto, mas aquele que conta com o máximo de condições favoráveis. Assim, mesmo um poderoso superpetroleiro é obrigado, às vezes, a desviar seu caminho para ganhar, em tempo e segurança, o que perde em distância. No meu caso, tendo como única propulsão um par de remos, o estudo do regime dos ventos e correntes passava a ser fundamental.

É impossível remar vinte e quatro horas por dia. Assim, enquanto estivesse dormindo e o barco ficasse à deriva, era importante contar com correntes, se não favoráveis, pelo menos que não me viessem pelo nariz, roubando durante a noite o que eu ganhava, com muito esforço, de dia.

Esse estudo descartou, por exemplo, a hipótese de cruzar o Atlântico, de Serra Leoa ao Cabo Calcanhar, no Rio Grande do Norte, num percurso de apenas 1 500 milhas náuticas (contra as 3 700 do meu percurso) por uma região quente e relativamente tranquila.

A minha rota, longa, fria e tempestuosa, contava, no entanto, com correntes favoráveis na quase totalidade do trajeto e com a preciosa regularidade dos alísios de sudeste que unem o sul da África ao nordeste brasileiro. Caminho difícil e longo, mas o único possível para um barquinho a remo.

[...]

Santa Helena era o grande teste. Passando ao norte da ilha e ao sul de Ascensão – outra ilha de bandeira britânica situada a 703 milhas a noroeste –, exatamente entre as duas, encontraria a corrente equatorial sul-atlântica de águas quentes e menos agitadas, e o caminho em direção ao Brasil, também quente, para ir descendo até a Bahia.



Estas correntes acompanham um regime amplo, denominado Sistema Anticiclônico do Atlântico Sul. Todos os oceanos são caracterizados por semelhantes sistemas onde, em torno de um centro de alta pressão, define- se um movimento circular e contínuo de ventos e correntes, explicado pela “força de Coriólis”, resultado do movimento de rotação da Terra (de oeste para leste) e das diferenças de temperatura e, consequentemente, de pressão entre as calotas polares e o equador.

No Atlântico Sul este movimento faz-se no sentido anti-horário, eternamente subindo a costa africana e descendo a costa brasileira. [...]

KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. Livro digital. Disponível em:



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