Joana Tavares Fontes Frade

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Joana Tavares Fontes Frade

ANÁLISE ESTATÍSTICA DO INQUÉRITO NACIONAL DE SAÚDE E DETERMINANTES DA QUALIDADE DE VIDA DOS PORTUGUESES

Dissertação submetida como requisito parcial para a obtenção de Mestrado em Gestão e Economia da Saúde da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, orientada pelo Senhor Professor Doutor Pedro Lopes Ferreira.

Setembro de 2010





ANÁLISE ESTATÍSTICA DO INQUÉRITO NACIONAL DE SAÚDE E DETERMINANTES DA QUALIDADE DE VIDA DOS PORTUGUESES

Joana Tavares Fontes Frade

Dissertação submetida como requisito parcial para a obtenção do Mestrado em Gestão e Economia da Saúde da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra

Orientador:

Professor Doutor Pedro Lopes Ferreira, Professor Associado com Agregação, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra



Setembro de 2010

Imagem da capa: Avô Raimundo

Da autoria de: Lia Araújo

Agradecimentos

Em primeiro lugar, agradeço ao Professor Doutor Pedro Lopes Ferreira por todo o tempo despendido e apoio prestado na orientação desta dissertação. Foi gratificante poder aprender com a sua experiência, não só académica e profissional como pessoal. Agradeço igualmente aos arguentes, Professora Doutora Carlota Quintal e Professor Doutor Carlos Gomes pelos comentários construtivos que teceram durante a defesa da dissertação.


Obrigada a toda a minha família, pais, avós, tios e primos. Especialmente agradeço a preciosa motivação que os meus pais, Alzira Frade e Fausto Frade, me deram ao longo destes anos académicos. Muito obrigada por me terem dado todas estas oportunidades únicas, por me terem apoiado sempre e aconselhado nas situações mais difíceis. Obrigada aos meus avós, Alice Duarte, Raimundo Milhariça e Celso Tavares, que sempre se preocuparam com o meu trabalho. Obrigada ao meu irmão João Frade porque, apesar de termos estudado em cidades diferentes, pude contar sempre com ele. Agradeço aos meus “tios” Joel e Isabel Andrade por me terem “adoptado” durante muitos fins-de-semana da minha infância, obrigada por terem contribuído para a minha formação pessoal. E claro, agradeço a amizade constante de “irmã” da Catarina Andrade, obrigada por seres a pessoa que és e obrigada também pela linda afilhada que me deste, a Madalena. Obrigada também pelo importante papel que os meus padrinhos, Beatriz Cardoso e Francisco Oliveira, sempre desempenharam na minha vida, sem vocês certamente a minha vida não seria a mesma, obrigada pelo vosso apoio e amizade.
Por último, mas não menos importante, obrigada a todos os meus amigos e colegas, especialmente aqueles que têm vindo a repetir: “vá lá Joana, tens de acabar a tese!” Obrigada Raquel Silva, Jorge Rodrigues, Ana Luísa Cardoso, João Matos, Patrícia Antunes, Henrique Ngan, obrigada Helena Gomes, João Padilha, Joaquim Oliveira, Gisela Ferreira, João Loureiro, Luís Caseiro, Pedro Cisneiros, Miguel Santana, Rita Lopes, João Carvalho, Mafalda Braz, Pedro Martins, obrigada Miguel Gil, Cláudia Teles, Mónica Almeida, Eduardo Machado, Chrystelle Vieira, Pedro Lopes, Andreia Nabais, obrigada Bernardo de Lima, Ana Tavares, André Sousa, Licínio Matias, obrigada Jorge Marques, Edgar Ferreira, companheiros da Real República Boa-Bay-Ela e a todos os outros que me lembrarei mais tarde. Um agradecimento especial ao Miguel Bento e à minha amiga e colega Catarina Brás pelo apoio na revisão desta dissertação.
Dedicatória
Dedico esta dissertação à alma da minha querida tia Maria Ribeiro Fontes Cardoso, com quem vivi a minha infância e que me ajudou a ser a pessoa que sou hoje, obrigada por todos os momentos. Assim como dedico este trabalho à alma dos meus avós, Adélia Ribeiro Fontes Frade e Armando Fontes Frade. Obrigada por todos os momentos, recordações que nunca esquecerei. Onde quer que estejam, estarão sempre no meu pensamento e no meu coração! Irei sempre sentir a vossa falta, para sempre…

Quantas vezes, em sonho, as asas da saudade


Solto para onde estás, e fico de ti perto!
Como, depois do sonho, é triste a realidade!
Como tudo, sem ti, fica depois deserto!

Sonho... Minha alma voa. O ar gorjeia e soluça.


Noite... A amplidão se estende, iluminada e calma:
De cada estrela de ouro um anjo se debruça,
E abre o olhar espantado, ao ver passar minha alma.

Há por tudo a alegria e o rumor de um noivado.


Em torno a cada ninho anda bailando uma asa.
E, como sobre um leito um alvo cortinado,
Alva, a luz do luar cai sobre a tua casa.

Porém, subitamente, um relâmpago corta


Todo o espaço... O rumor de um salmo se levanta
E, sorrindo, serena, apareces à porta,
Como numa moldura a imagem de uma Santa...

Olavo Bilac, in "Poesias"




Índice


Parte I 1

1. Introdução 1

2. Determinantes de QdV e a sua relação com a saúde 3

2.1. Definições de QdV 4

2.2. Definições de QdVRS 6

2.3. Instrumentos de medida em QdV e QdVRS 8

3. O Inquérito Nacional de Saúde 11

3.1. Caracterização da amostra do INS 14

3.2. Recolha e tratamento dos dados 15

3.3. Relevância nacional e internacional do INS 17

3.4. O INS de 2005/2006 18

Parte II 21

1. Metodologia 21

2. Hipóteses de investigação 25

3. Resultados 25

3.1. Análise do INS de 2005/2006 25

4. Discussão dos resultados 59

5. Considerações finais e limitações do estudo 63

Bibliografia 68

INSA e INE (2009b), Plano de Desenvolvimento Estratégico 2008/2012, http://www.portaldasaude.pt/NR/rdonlyres/842AF109-BEF4-45E3-B888-794B3E979F20/0/PlanoDesenvolvimentoEstrategicoINSA.pdf - acedido a 27/02/2010. 70

Marques-Vidal P., Dias C. M. (2005), Trends in overweight and obesity in Portugal: the National Health Surveys 1995-6 and 1998-9, Obesity Research, July; 13(7), 1141-5. 70

72




Índice de tabelas


Tabela 1 – Número, total e regional, de unidades de alojamento até 2006 15

Tabela 2 – Indicadores de Qualidade de Vida 22

Tabela 3 – Indicadores Socioeconómicos 22

Tabela 4 – Indicadores de Estado de Saúde 22

Tabela 5 – Indicadores de Utilização do Sistema de Saúde 23

Tabela 6 – Indicadores de Estilos de Vida 23

Tabela 7 – Grupo Etário 27

Tabela 8 – Nível de Ensino 28

Tabela 9 – Região 28

Tabela 10 – Rendimento Familiar 29

Tabela 11 – Qualidade de Vida (QdV) 30

Tabela 12 - Qualidade de Vida Relacionada com a Saúde (QdVRS) 31

Tabela 13 – Actividades da Vida Diária (AVD) 32

Tabela 14 – Estado de Saúde 32

Tabela 15 – Classificação Internacional de IMC em adultos 35

Tabela 16 – Tabelas de frequências: IMC 36

Tabela 17 – Doenças crónicas (N=41.193) 37

Tabela 18 – Outras doenças crónicas (N=41.193) 37

Tabela 19 - Quanto tempo se sentiu tão deprimido(a) que nada o(a) animava? 38

Tabela 20 – Quanto tempo se sentiu feliz? 39

Tabela 21 – Satisfação no serviço médico 43

Tabela 22 – Consumo de tabaco 47

Tabela 23 – Quantos dias bebeu vinho? 48

Tabela 24 - E em quantos dias é que bebeu cerveja? 49

Tabela 25 - Ainda relativamente à última semana (7 dias), em quantos dias é que bebeu bagaço/aguardente/brandy? 50

Tabela 26 – Quantas refeições principais é que toma habitualmente por dia? 52

Tabela 27 – Correlações: QdV 56

Tabela 28 – Coeficientes: QdV 56

Tabela 29 – Correlações: QdVRS 57

Tabela 30 – Coeficientes: QdVRS 57

Tabela 31 – Correlações: AVD 58

Tabela 32 – Coeficientes: AVD 58



Índice de figuras



Figura 1 – Modelo de Análise 22

Figura 2 – Histograma: estado de saúde 33

Figura 3 – Histograma: visitas ao médico 40

Figura 4 – Histograma: tempo de espera no atendimento 42

Figura 5 – Histograma: satisfação no serviço médico 43

Figura 6 – Tempo gasto estando sentado num dia útil 54



Glossário
ACS - Alto Comissariado da Saúde

ARS - Administração Regional de Saúde

AVC - Acidente Vascular Cerebral

AVD - Actividades da Vida Diária

BMI - Body Mass Index

CAI - Computer-assisted interviewing

CAPI - Computer Assisted Personal Interview

CARES - Cancer Rehabilitation Evaluation System

CS - Centros de Saúde

CSE - Statistical Council

DALY - Disability-Adjusted Life-Years

DEPS - Departamento de Estudos e Planeamento da Saúde

DG SANCO - Direcção-Geral da Saúde e Defesa do Consumidor

DGS - Direcção-Geral de Saúde

EHES - European Health Examination Survey

EHIS - European Health Interview Survey

EORTC - European Research and Treatment of Cancer

EUROSTAT - European Statistical Office

FEDEA - Fundación de Estudios de Economia Aplicada

FEHES - Feasibility of a European Health Examination Survey

FLIC - Functional Living Index: Cancer

GBD - Global Burden Disease

HeaLY - Healthy Life-Year

HRQOL - Health-related Quality of Life

ICS - Instituto de Ciências Sociais

IDH - Índice de Desenvolvimento Humano

IMC - Índice de Massa Corporal

INE - Instituto Nacional de Estatística

INS - Inquérito Nacional de Saúde

INSA - Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge

ISOQOL - International Society for Quality of Life Research

MOS - Medical Outcomes Study

MOS SF-36 - Medical Outcomes Short-Form 36

MS - Ministério da Saúde

NCHS - National Centre of Health Statistics

NHP- Nottingham Health Profile

NUTS - Nomenclatura de Unidades Territoriais para fins Estatísticos

OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico

OMS - Organização Mundial da Saúde

PIB - Producto Interno Bruto

PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento

QALY - Quality-Adjusted Life-Years

QdVRS - Qualidade de Vida Relacionada com a Saúde

QLI - Spitzer Quality of Live Index

QLQ - Quality of Life Questionnaire

QOL - Quality of Life

RA - Região Autónoma

SIP - Sickness Impact Profile

SPSS - Statistical Package for Social Sciences

UE - União Europeia

UNDP - United Nations Development Programme

USAID - United States Agency for International Development



WHOQOL-BREF - World Health Organization Quality of Life assessment instrument HUI - Health Utility Index



Resumo
Tem existido, cada vez mais, a necessidade de elaboração de estudos de carácter científico não só em áreas mais empíricas como também em áreas das ciências sociais. A temática saúde tem-se tornado também cada vez mais inserida em componentes científicas, não só técnicas e da área da medicina como na área da gestão e economia, sociologia, qualidade, etc. Com a globalização observamos que, exponencialmente, aspectos da saúde afectam diferentes áreas. Exemplo desse facto foram as consequências da gripe A (H1N1) na economia. Assim como o estado de saúde, não só dos indivíduos como dos animais, pode influenciar muitas outras vertentes, como é o caso do emprego e da economia mundial.
Esta dissertação foca-se na vertente social, especificamente na caracterização da população portuguesa no que respeita à saúde. O seu objectivo passa, igualmente, por percebermos que factores poderão influenciar a qualidade de vida dos cidadãos portugueses. Para tal, recorreu-se nesta dissertação à análise e tratamento de dados do Inquérito Nacional de Saúde (INS) de 2005/2006. Neste inquérito podemos obter dados socioeconómicos, de hábitos de utilização dos serviços de saúde e caracterização dos mesmos, hábitos de alimentação e ingestão de bebidas alcoólicas, consumo de tabaco e actividade física. Por fim, encontram-se igualmente neste inquérito dados de qualidade de vida dos cidadãos, os quais serão objecto de maior atenção e análise estatística.
Fundamentalmente este estudo analisa as frequências estatísticas, de forma a caracterizar a população portuguesa nas áreas referidas. Além disso, pretende-se prever, através de uma regressão linear, que indicadores socioeconómicos poderão influenciar a qualidade de vida. Pôde-se concluir que, efectivamente, os indicadores grupo etário, género, nível de ensino e nível de rendimento são variáveis de influência à qualidade de vida dos portugueses, à qualidade de vida relacionada com a saúde e às actividades da vida diária.

Palavras-chave: Qualidade de Vida; Inquérito Nacional de Saúde; análise estatística descritiva.



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