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UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA – 2007
PROJETO DE PESQUISA
OPERAÇÃO DE RESERVATÓRIOS NAS ESCALAS DE TEMPO E CLIMA UTILIZANDO

PREVISÃO DE AFLUÊNCIAS
ALUNO: Marinaldo dos Santos Júnior

ORIENTADOR: Carlos Oliveira Galvão


REPORTAGENS DO JP DESDE 01/12/2007, SOBRE AS CHEIAS NA PARAÍBA

Campina Grande, Abril de 2008.



INDICE



  • Aesa registra chuvas em 28 municípios paraibanos

Data: 18/12/2007



  • ROSÂNGELA ARAÚJO

Vinte e oito municípios com postos de captação pluviométrica monitorados pela Aesa (Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba) registraram chuvas nos últimos três dias. Cacimba de Areia, no Sertão do Estado, foi o que apresentou maior incidência, com 94,2 mílimetros (mm) registrados no domingo. A cidade de Patos, também no Sertão, recebeu um grande volume de chuvas, com 91 mm observados entre o sábado e o domingo.
Ontem pela manhã, o Laboratório de Meteorologia da Aesa registrou o maior volume em Juarez Távora, no Agreste. Segundo o posto de monitoramento, choveu 78 mm no município, entre o domingo e a segunda. De acordo com o meteorologista Patrice Rolando, as ocorrências estão acontecendo em várias partes do Estado e não implicam previsões ‘positivas’ para o inverno, já que, segundo Rolando, as chuvas que ocorrem no período de pré-estação não têm qualquer relação com a estação chuvosa e não podem confundir os agricultores, que já ficaram otimistas vendo o tempo mudar.
Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia, as chuvas que ocorrem em dezembro, durante o verão, são ocasionadas pelas chamadas ZCAS (Zonas de Convergência do Atlântico Sul), um dos fenômenos meteorológicos mais importantes na escala intra-sazonal, que começou a ser estudado no Brasil em 1987. As ZCAS provocam no País, efeitos inversos, como estiagens prolongadas ou chuvas excessivas que provocam enchentes, como explica Rolando. Nos últimos dias, o CPTEC registrou chuvas em todas as regiões do Brasil. No Nordeste, as chuvas estão ocorrendo na Paraíba, no Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Piauí, Maranhão, Ceará e Alagoas. Mesmo chovendo, as temperaturas continuam estáveis nesses Estados por conta das ondas de calor, próprias da estação. As Zonas Convergentes devem continuar até o final do mês e também em janeiro.



  • Paraíba terá chuvas acima da média no primeiro trimestre

Data: 27/12/2007



  • ALINE LINS

A Paraíba pode esperar chuva no Sertão acima da média normal no primeiro trimestre de 2008, especialmente nas regiões que englobam os municípios de Patos, Sousa, Cajazeiras e Pombal, cujas precipitações devem se estender até o mês de abril. O prognóstico de estação relativo a este período, divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), revela que a Paraíba, especialmente o extremo oeste, terá nos três primeiros meses do ano chuvas acima do volume normal. No centro leste do Estado, a previsão é que chova dentro da normalidade, nas regiões do Cariri, Agreste, Brejo e Litoral, além de parte do Sertão.
No extremo oeste da Paraíba, a média de precipitação nos três meses deste ano foi de 547,7 milímetros e, em 2008, a expectativa é um volume de chuvas entre 600 a 700 milímetros na região de Sousa. Já em Patos, a previsão é que se mantenha a média de 400 a 500 no primeiro trimestre, cujo índice atingiu este ano 426 milímetros de precipitação. A maior precipitação ocorreu em março, com 227,6 milímetros distribuídos em uma média de 16 dias, e a menor precipitação é verificada em setembro, com 2,1 milímetros de precipitação, em apenas um dia de chuva.
No Litoral paraibano, de acordo com os meteorologistas do Inmet, a média de precipitação se manterá no nível considerado normal, ocorrendo as chamadas chuvas de verão ocasionadas pelo calor, que geralmente também acontecem no Agreste e no Brejo paraibano. Em João Pessoa, o primeiro trimestre de 2008 deve chover, no acumulado do período, uma média de 428,3 milímetros. As maiores precipitações na capital se verificam nos meses de abril e julho, com 327,8 milímetros distribuídos em 19 dias de chuva e 327,1 milímetros em 23 dias de chuva, respectivamente. A menor precipitação na capital se verifica em novembro, atingindo a marca dos 34,7 milímetros em 11 dias de chuva.
Em contrapartida, em Campina Grande, as previsões apontam a ocorrência de pouca chuva, abaixo do normal, segundo informou o meteorologista Wilibaldo Lopes de Mendonça, do Inmet, em Recife. A média em Campina Grande é de 40 milímetros de chuva em janeiro, 66,5 em fevereiro e 89,7 em março. Para 2008, a previsão de precipitação está entre 200 a 300 milímetros no primeiro trimestre, segundo informou o meteorologista Eládio Barros. Wilibaldo disse que, dependendo da intensidade dos ventos, a umidade originária do Litoral pode chegar a Campina Grande e ao Cariri.



  • Um ano de fartura e de chuvas para a PB

Data: 30/12/2007



  • ALINE LINS

As previsões estão muito prematuras, mas alguns babalorixás e ialorixás já arriscam alguns acontecimentos. Segundo o babalorixá Walter Pereira, há boas previsões para o atual governo do Estado. “Cássio continua firme, as perseguições não vão adiantar em nada”, disse. Pai Walter também informou na última sexta-feira, dia 28, que o governador tem uma proteção muito forte dos orixás.
Já a ialorixá Penha de Iemanjá jogou os búzios e fez outras previsões. Ela disse que Orixalá (Oxalá) vem governando o ano, Oxosse vem dando sua força e Xangô entrará no período de junho a julho, mudando o andamento das coisas no final de 2007. De qualquer forma, Oxalá vem garantindo chuvas e proteção em 2008. “Vai ser um ano de fartura, ano com muita chuva que não vai prejudicar, só ajudar. Vai haver fartura para aqueles que têm força e coragem”, disse ela.
Entretanto nem só de coisas boas estão repletas as previsões. Mãe Penha alertou que em 2008 o número de acidentes vai dobrar devido ao aumento da violência no trânsito.
Mãe Penha avisou ainda que a política paraibana vai ter uma grande perda, por morte! Além disso, o Brasil vai perder uma pessoa de grande visibilidade. Ela não especificou se será um artista, mas disse que quanto a isso há uma grande probabilidade.
Quanto à Transposição das águas do São Francisco, foi o Pai Carlos que esclareceu : “Oxalá é o orixá do ar, mas tem uma grande ligação com os orixás das águas. Há probabilidade da Transposição não se concretizar definitivamente ainda este ano”, disse. Pai Carlos lembrou que Orixalá é protetor dos deficientes, ligado à matéria não muito bem formada. O ano de 2007, segundo ele, foi o ano de Iemanjá, que mesmo sendo a orixá das águas, permitiu que a discussão também ficasse relativamente emperrada.
E mais uma: se depender das previsões dos sacerdotes e das sacerdotisas em questão, a probabilidade de Ricardo Coutinho ser reeleito para a Prefeitura da capital é grande, “sem dúvida”. Mas Mãe Penha alerta que ele tem que trabalhar para que o primeiro turno seja mais importante, ou seja, decisivo, porque o segundo turno será mais difícil. Diga-se de passagem que a segunda chance é sempre mais complicada para todo mundo e o ideal é fazer tudo certo de primeira.
Para aqueles que não sabem ainda de suas previsões para 2008, os rituais da meia-noite mais conhecidos do dia 31 talvez ajudem a garantir um próspero ano-novo: Pular sete ondas, guardar sementes de romã, comer lentilhas, uvas, vestir-se de branco, pular com o pé direito, tomar banho de mel, acender velas, guardar uma folha de louro na carteira durante o ano inteiro para ter sorte. Há aqueles que não acreditam em nada disso, mas na hora acabam entrando na farra ou escondendo sorrateiro a tampa do champanhe. Afinal, quem arrisca?



  • Aesa registra chuvas nos municípios da PB

Data: 15/01/2008



  • ESDRAS MARCHEZAN


    

MUDANCA - Ontem, a temperatura mínima em Campina chegou a 21º C
Quem tinha casaco dentro do guarda-roupa tratou de tirá-lo para ir ao trabalho na manhã de ontem, em Campina Grande e cidades do Litoral e Sertão paraibano. A mudança climática e ocorrência de chuvas, desde o fim de semana, trouxe às cidades as baixas temperaturas e o surgimento de guarda-chuvas e casacos no movimento das ruas centrais.
Mas a mudança não representa o início do inverno, garantem os especialistas. “Nesse primeiro mês acontecem as chuvas típicas de pré-estação, que ainda acontecem de forma tímida. Somente no início de fevereiro é que deve começar mesmo as chuvas intensas, que devem prosseguir até maio, compondo o período invernoso”, disse a meteorologista da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), Carmen Becker. Os especialistas garantem que durante a semana haverá chuvas tímidas na maior parte do Estado, principalmente no Sertão, Agreste e Litoral.
De acordo com o laboratório da Aesa, a umidade vinda do Oceano Atlântico é um dos fatores que tem resultado nessas ocorrências de chuva e queda na temperatura nas regiões paraibanas. O Sertão do Estado foi o local onde choveu mais entre a sexta-feira e ontem pela manhã. No Cariri não houve registro de chuvas consideráveis até o momento. “Entre a sexta e o sábado, aconteceram as maiores chuvas até o momento, no Sertão da Paraíba, principalmente perto de Sousa e Pombal”, explica Carmen Becker.
Os dados do dia 12 deste mês mostram chuvas de 67 milímetros em Cajazeirinhas, 49,7 milímetros em Condado, 44 milímetros em Lagoa, 51 milímetros em Pombal e 46 ml em Aparecida. No Litoral, a maior chuva aconteceu em Mataraca, entre o domingo e a segunda-feira, com 32,1 milímetros. Cabedelo apresentou, no mesmo período, chuvas de 18 milímetros. Campina Grande e João Pessoa apresentaram quantidades pequenas de chuva, de acordo com o laboratório da Aesa. “Pelas condições climáticas, Campina Grande e João Pessoa, devem registrar chuvas pequenas até o fim da semana. A concentração maior deve ser mesmo no Sertão do Estado”, comenta.
Ontem, a temperatura mínima ficou em 21ºC nas regiões do Brejo e Agreste; 22ºC, no Cariri, Sertão e Curimataú e 23º C no Litoral do Estado. Já a máxima, no Brejo e Agreste, Cariri, 32º C; Curimataú e Sertão ficou em 35º C e no Litoral 34º C.



  • Chuvas invadem casas e causam transtornos aos moradores de CG

Data: 17/01/2008



  • TIAGO FRANÇA


    

SUSTO - Móveis foram retirados pelas famílias no bairro do Cruzeiro
A Defesa Civil de Campina Grande atendeu a mais de dez chamados após as fortes chuvas registradas ontem na cidade. A ocorrência mais grave aconteceu no bairro do Cruzeiro, na Rua Amílton de Souza Neves. Na localidade, alguns moradores chegaram a retirar colchões, mesas, cadeiras, sofás e eletrodomésticos por causa da invasão da água nas residências. O agravante na rua foi a quantidade de asfalto e lama que se misturaram com a água que entrou nas casas. O fato aconteceu, porque a Avenida Juscelino Kubitschek está em obras.
Outra ocorrência relevante foi registrada no Monte Santo, na Travessa Tomás Santa Rosa – com o desabamento parcial de uma parede da residência da dona-de-casa Mary Dantas. Além de Cruzeiro e Monte Santo, a Defesa Civil atendeu ao chamado de moradores dos bairros do Centenário, Conceição, Novo Horizonte, Ramadinha, Liberdade, Presidente Médici, Catolé, Severino Cabral, Bodocongó, Santo Antônio, entre outros.
De acordo com o inspecionador da Defesa Civil de Campina Grande, Edrigo Dantas, o órgão está preparado para atender, com eficácia, os moradores, caso as chuvas voltem a acontecer na cidade em grande intensidade. “Estamos prontos para ajudar a população no que tiver ao nosso alcance”, disse.
Os técnicos da Agência Executiva de Gestão de Águas do Estado da Paraíba (Aesa) alertam que as chuvas vão continuar nesta quinta-feira em todas as regiões do Estado, principalmente, nos municípios do Sertão.
Segundo os técnicos, nas próximas horas, o tempo também permanecerá nublado.


  • Chuva causa transtornos em CG e mulher escapa de morrer afogada

Data: 18/01/2008



  • DA REDAÇÃO


    

NOVA BRASÍLIA - Tampa de bueiro abriu e água atingiu a residência
Em menos de 24 horas, a Defesa Civil de Campina Grande recebeu 18 chamados por causa das fortes chuvas que caíram nas últimas 48 horas na cidade. O caso mais grave foi registrado na Rua José Aranha, bairro Nova Brasília. Por pouco, a dona-de-casa Simone do Nascimento e a filha de apenas três anos de idade não morreram afogadas, depois que a tampa de um bueiro abriu e a água atingiu a residência onde elas moram.
O acidente aconteceu por volta das 19h30 de quarta-feira, quando chovia intensamente na cidade. A casa de Simone fica em frente ao bueiro que estava entupido com lixo. A força da água provocou o rompimento da tampa de cimento e ferro, que atingiu a parede da frente do imóvel. A água subiu quase dois metros e a criança que jantava no terraço ficou apavorada. Eduarda e sua mãe foram socorridas por vizinhos que acionaram o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil.
“Quando vimos a água cobrindo a casa, corremos para salvar as duas que estavam em cima do sofá, gritando por socorro. Além do risco de afogamento, elas podiam ter morrido eletrocutadas já que a água atingiu o quadro de energia elétrica”, contou a manicure Silvana Nascimento. O marido de Simone, Eduardo do Nascimento, estava no trabalho e só ficou sabendo do fato horas depois. A família perdeu móveis e eletrodomésticos e foi obrigada a passar a noite na casa de vizinhos. Eles aguardam um posicionamento da Defesa Civil, que ficou de removê-los para outro local.
O lixo se acumula em vários trechos da Rua José Aranha, aumentando o risco de alagamento no período chuvoso. Os moradores se defendem argumentando que jogam o lixo no chão porque o carro de coleta não passa pelo local. “Já falamos com a prefeitura várias vezes, mas eles nunca resolveram o problema. O carro do lixo não passa nessa rua e a gente não vai ficar com o lixo dentro de casa”, disse o marceneiro José Antônio Sousa, que ajudou no resgate das vítimas. O coordenador de limpeza do município, Jomeres Monteiro, desmentiu a informação e disse que a população não espera o carro de coleta.
“O lixo é recolhido de dois em dois dias. O problema é que muita gente joga o lixo na rua antes do carro passar. Vamos fazer uma análise no local para intensificar a coleta caso haja necessidade”, informou. Ele disse ainda que a limpeza do local onde aconteceu o acidente será feita nos próximos dias.


  • Alagamentos atingiram vários bairros

A Defesa Civil também foi acionada por moradores dos bairros de Bodocongó, Catolé, Bairro das Cidades, Centenário, Conceição, Novo Horizonte, Ramadinha, Presidente Médici, Santo Antônio, Catingueira e Cruzeiro. Várias ruas ficaram alagadas e muitos moradores não puderam sair de casa.
De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Ruiter Sansão, os principais problemas estão relacionados ao acúmulo de lixo nas galerias.
“Essas primeiras chuvas do ano causam mais alagamentos por causa do acúmulo de lixo nas ruas, mas daqui para a frente o risco é de desabamento. Por isso, continuamos atentos aos locais de risco e pedimos que a população nos avise quando tiver alguma ocorrência”, disse.
O órgão detectou 35 áreas de risco em locais como Vila Cabral de Santa Terezinha, Louzeiro, Invasão do Alto Branco, Rosa Mística e Pedregal, entre outros. Em casos de risco de desabamentos, a Defesa Civil se encarrega de fazer a remoção das famílias para casas de parentes ou abrigos públicos.
A Defesa Civil pode ser acionada pelos telefones 3310-6016 ou 199. Em caso de acúmulo de lixo, a população deve acionar a Secretaria de Obras e Serviços Urbanos (Sosur) pelo telefone 3310-6118. (Da Redação)



  • Inmet prevê chuvas acima da média nos próximos 2 meses

Data: 19/01/2008



  • DA REDAÇÃO

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet/Recife) é de que fevereiro e março tenham índice pluviométrico acima da média na Paraíba e o Sertão será a região mais beneficiada com as chuvas. Em Patos, deverá chover 141 milímetros (mm) em fevereiro e 227 mm em março. Em São Gonçalo, a previsão é de mais animadora. Serão 186 mm no próximo mês e 249 mm em março.
A previsão indica também que na capital os dados do Inmet/Recife indicam 112 mm e 227 mm para os próximos 2 meses. Já em Campina Grande, fevereiro e março terão menos chuvas em comparação com outras cidades do Estado, com índices de 66 mm e 98 mm.
De acordo com o chefe de Seção de Previsão do Tempo do Inmet/Recife, Ednaldo Correia, a tendência é de que as chuvas aumentem neste trimestre, segundo os dados levantados pelo órgão. “As coisas podem melhorar, mas vai depender das condições climáticas que venham a se formar no céu da Paraíba. Os números estão acima da média para esta época do ano”, declarou.
Em João Pessoa, por exemplo, do dia 13 a 17 desse mês, foram marcados 28 mm. O dia de maior chuva foi na segunda-feira (14), que registrou 18,8 mm. Na quinta (17), a cidade de Areia, Brejo paraibano, marcou 64 mm. A climatologia estabelece uma média de 56 a 112 mm de chuvas do Cariri ao Sertão para janeiro, fevereiro e março. Na região do Agreste, Brejo e Litoral, os índices pluviométricos ficam entre 40 mm a 83 mm. Mesmo com o resultado positivo, o meteorologista alerta que ainda é cedo para comemorar os índices pluviométricos na agricultura. “Esses 3 meses indicam um prognóstico, mas as coisas podem mudar no decorrer dos dias, principalmente, para quem depende da terra para sobreviver”, afirmou.


  • Rio e açude transbordam após chuvas em Cachoeira dos Índios

Data: 02/02/2008



  • FRANCINETE SILVA


    

PATOS - O rio Espinharas amanheceu com a capacidade quase total
As chuvas confirmadas nas últimas 24 horas no Sertão paraibano, que vive a sua estação chuvosa, favoreceram o aporte hídrico da maioria dos açudes da região. Em Cachoeira dos Índios, por exemplo, os 215,4 milímetros (mm) de água acumulados desde a última quarta-feira até a manhã de ontem, fizeram transbordar o rio e o açude (Cachoeira da Vaca) existentes no município. A enchente, segundo informações de órgãos do Estado da cidade, deixou ilhadas algumas comunidades da zona rural, destruiu plantações e causou outros estragos aos agricultores.
O Açude Cachoeira da Vaca, que possui uma capacidade para 340 mil metros cúbicos e que no ano passado não atingiu a sua quota máxima, sangrou este ano com as chuvas de apenas dois dias, as quais representaram mais de 100% da média normal (que é 100mm) do mês de janeiro na maioria dos municípios do Sertão, conforme informações da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa).
As chuvas previstas para as próximas horas em toda a região sertaneja, acredita Lucílio Vieira, do setor de monitoramento de Açudes, da Aesa, continuarão favorecendo os mananciais com aportes hídricos significativos.
No município de Cajazeiras, o Açude Lagoa do Arroz acresceu a sua lâmina d’água, somente nas últimas 24 horas, em 1,73 metro. O Açude Engenheiro Ávidos, também em Cajazeiras, recebeu no mesmo período, um acréscimo de 30 centímetros, enquanto o Açude Vazante, em Diamante, pegou um aporte de 1,68 metro. A barragem Mãe D’água, em Coremas, a maior bacia hídrica do Estado, foi contemplada neste período com 15 centímetros. Atualmente o manancial encontra-se com 1 bilhão e 38 milhões de metros cúbicos, ou seja, 76,5%, de sua capacidade total.
Na cidade de Patos já choveu 136,8mm, das 19 horas da quinta-feira, dia 31, até a meia-noite choveu forte na cidade. O Rio Espinharas, que “corta” a cidade estava quase seco e amanheceu com sua capacidade quase total ontem. O Corpo de Bombeiros atendeu algumas chamadas, mas nada de grave ocorreu. A previsão é de que continue a chover na cidade durante este período carnavalesco.
Na região do Sertão já são dois açudes sangrando este ano. O primeiro foi o de Cafundó, no município de Serra Grande, que atingiu a sua capacidade máxima desde o início da semana. A previsão para as próximas horas, de acordo com a Gerência de Monitoramento e Hidrometria da Agência, é de que o tempo permaneça com predomínio de céu parcialmente nublado e continuem ocorrendo chuvas, principalmente sobre a região do Sertão.

ÍNDICES

No mês de janeiro foram registrados índices bem significativos, com chuvas acima da média histórica, com totais acumulados acima dos 200,0 mm como em: Boa Ventura (286,4mm), Serra Grande (227,1mm) e Aparecida (209,9mm), segundo o gerente de Monitoramento, Patrice Roland.
De segunda-feira à manhã de ontem, conforme a Aesa, choveu em praticamente todos os municípios sertanejos, sendo que os maiores índices (acima dos 100mm) registrados no período das 7 horas da última quinta-feira ao mesmo horário de ontem, ocorreram em Cachoeira dos Índios – 113mm; São José de Lagoa Tapada – 134mm; Condado – 112mm; Malta – 154,2mm; Santa Teresinha – 141mm; Carrapateira – 140mm; São José de Piranhas – 134,2mm. João Pessoa e Campina Grande registram pouca ocorrência, isto é, menos de 2mm.


  • Defesa Civil inicia ações preventivas em março

Data: 21/02/2008



  • JOCEANE GOMES


    

NA CAPITAL - Comunidade Saturnino de Brito está na lista da Defesa Civil
Mesmo com as recentes chuvas caídas na capital, a Defesa Civil de João Pessoa só vai começar a ação preventiva nas mais de 30 áreas críticas espalhadas pela cidade, a partir do início do mês de março. Segundo o diretor do órgão, Manuel Duré, as ações pretendem conscientizar a população para os riscos causados pela chuva.
Manuel Duré afirmou que a ação pretende limpar galerias, bueiros, encostas, barreiras e rios que ficam próximos às comunidades de risco da capital. “Vamos fazer um mutirão de limpeza em todas as áreas que forem detectados problemas estruturais, a fim de eliminar qualquer risco eminente à vida da população desses locais”, afirma o diretor.
De acordo com o diretor, várias ações preventivas foram realizadas nas áreas de risco durante o ano passado. Contudo, a população das comunidades continua se arriscando e tomando atitudes que colocam a própria vida em risco. “Precisamos que a população nos ajude, pois em todas as campanhas realizadas pela Defesa Civil sempre encontramos os mesmos problemas. A população precisa se conscientizar que só a ajuda mútua entre o órgão e população acabará com o problema do lixo nos bueiros e desabamento de barreiras”, explicou.
Das 30 áreas de risco encontradas na capital, as comunidades Saturnino de Brito (Varadouro), Timbó (Bancários), Maria de Nazaré (Funcionários III) e São José (Manaíra) são as que oferecem maiores risco de desabamento, tendo em vista que estão localizadas muito próximas a barreiras. “Essas comunidades são muito próximas a barreiras, por isso a falta de colaboração dos moradores pode causar grandes transtornos com a proximidade da chuva”, concluiu.



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